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Um samba pra Ciro Monteiro - Duetos



Paulo César Pinheiro e Wilson das Neves fizeram uma grande homenagem ao carioca Cyro Monteiro.
Cyro sempre conviveu entre músicos, inclusive em sua família, mas o que o samba cantado por 'das Neves' e João Nogueira mais destacam é o jeito Cyro de ser.
Ouça esse belo dueto pro Cyro.

A chama não se apagou






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CPI no Samba



Informamos em primeira mão a notícia que irá ocorrer uma CPI no Samba.
O investigado é acusado de calúnia, difamação e favorecimento de prostituição do samba.
O músico popularesco afirmou ao portal G1 que mudou um pouco a história do samba, isso agravou a sua situação que já não era das mais favoráveis.
Ele que entrou em um grupo que já tinha uma trajetória e fincou suas raízes nas terras fofas das músicas universitárias. Como resposta, o doutor, historiador, cantor e compositor Nei Lopes afirma que "sua atitude foi muito pretensiosa". Noca da Portela ficou tão ofendido quanto todos nós sambistas: "Ele mudou o que? Pelo amor de Deus... ele não é sambista...".
Vários outros sambistas, de todos os cantos, se indignaram com essa afirmação.


Geraldo Pereira mudou um pouco a história do samba, sincopou a coisa;
Cartola mudou um pouco a história do samba, criou letras de uma simplicidade sofisticadíssima, difíceis de serem copiadas;
Almir Guineto mudou um pouco a história do samba, adaptou e inseriu o banjo no samba;
Ubirany mudou um pouco a história do samba, criou o repique de mão.
Sereno mudou um pouco a história do samba, criou o tantan.


Poderia dizer até, muito pretensiosamente, que Maurílio de Oliveira, Magnu Souza, Chapinha e Paquera mudaram um pouco a história do samba, criando a Comunidade do Samba da Vela, reduto de compositores e valorizando novamente o samba paulista que vinha desgastado por dezenas de grupinhos e cantorezinhos que acham que por serem famosos são sambistas.


Agora, me diga você, qual é o pouco que Thiaguinho mudou? Eu hein! Rosa.


O samba não fecha as portas para ninguém, pelo contrário, quer abraçar a todos. Porém, como diria Jorge, respeite quem pode chegar onde a gente chegou.






A chama não se apagou


@meusambaeroots

De babado - Duetos


A Marrom está de volta para dividir mais um dueto neste modesto blog.
De babado é um belo samba de João Mina e Noel Rosa e ficou cheio de swing interpretado pela dupla João Nogueira e Alcione.






A chama não se apagou


@meusambaeroots

Quem foi que falou que eu não sou um moleque atrevido?


O décimo sexto programa da série Meu Samba é Roots, já começa com um samba que é uma verdadeira declaração de bamba: Moleque atrevido, do poeta do samba, Jorge Aragão, é uma obra-prima que continua muito atual.
Além do bom e velho Jorge, você poderia ouvir uma dezena de belos sambas como Clube do Samba, com o cativante Martinho e o saudoso João.


A chama não se apagou

Copa 2014, 14 meses de aluguel, Catorze ou Quatorze


Nem a soma de toda essa numerologia, nem os pagamentos atrasados do Seu Madruga, nem a velha pegadinha do catorze ou quatorze são melhores e mais interessantes que o décimo quarto Programa da Série Meu Samba é Roots com os 14 bambas como Marquinhos Santhana, Arlindo Cruz, Grupo Fundo de Quintal e João Nogueira.  



A chama não se apagou

Vem a mim ó música - Samba Roots da Semana


Na semana do músico, o samba roots da semana traz mais uma das intrigantes obras de dois grandes nomes do samba: João Nogueira e Paulo César Pinheiro.

Vem a mim, ó música... que todos já sofrem demais e ajuda o mundo a viver em paz.

Está aí o retrato perfeito do que faz a música com os seres humanos, seja ela do ritmo que for.
Logo, o papel do músico é encantar e pacificar o mundo por meio de melodias harmoniosas.
Um salve especial para todos os sambistas que, amadores ou profissionais, ajudam o mundo a viver em paz.



A chama não se apagou

O que é um malandro?


O que são malandros, sapeca iaiá, canas-dura e tantas outras gírias cantadas por Bezerra da Silva?
É linguagem do morro, que já até foi música gravada por Jamelão.
No documentário, O Coruja, Bezerra da Silva e seus compositores dão uma aula de expressões e gírias do morro. E, acredite, malandro não é um cara mal-caráter.



A chama não se apagou

Como se faz um samba?


Boa pergunta. Aliás ninguém vai saber te explicar.
Primeiro, porque força nenhuma interfere sobre o poder da criação. E, outra, simplesmente não existe fórmula.
Você pode compor só, em dupla, em quinteto, batendo na palma da mão, com cavaco ou violão (rimou, já dava um samba).
O tema vai da imaginação: você pode falar em amor, desamor, rua, laje, noite, dia ou de madeira.
Madeira?
É, por que não?
João disse que é nó na madeira. Talvez fosse de madeira a saudosa maloca de Adoniran. Já Almirzinho prefere a madeira de fé, pau de fazer canoa.
O importante é que, faça o samba como quiser, mas que a chama não se apague.




A chama não se apagou

@campodennis


Medicina alternativa


O samba tem o poder de curar, o samba é como o milagre de um santo. Acalma, cura o desamor e a tristeza pode afastar. Você que nunca sambou, se liga! tem que sambar. E se você nunca viu o samba amanhencer, vai no Bixiga pra ver.
O samba tem poderes medicinais. Mas muitos sambistas e não-sambistas descobriram uma outra maneira sarar as doenças que, se não cura, pelo menos faz você esquecer a causa da dor.
Branquinha, cagibrina, marvada e derivados. Segundo especialistas da nova medicina são infalíveis para diversos fins.
Fui procurar no samba o manual da medicina alternativa e encontrei uma verdadeira enciclopedia cantada, que fala dos "benefícios" dessa descoberta ainda não tão divulgada, mas que já faz grande sucesso nos bares de todo o país.


A chama não se apagou

Qual a melhor seleção de sambas?


Escolha difícil? Sim. Como escolher apenas três?
O Meu Samba é Roots vai te ajudar: alguns sambistas enviaram suas seleções
e deixamos o voto final para você.
As três seleções participantes são:

Zé Keti (A voz do morro) João Nogueira (Eu hein, Rosa)
e Noel Rosa (Conversa de botequim)

Clara Nunes (Canto das três raças), Dudu Nobre (Singelo menestrel)
e Agepê (Deixa eu te amar)

Elizeth Cardoso (Barracão de zinco, (A flor e o espinho)
e (Chão de estrelas)

Clique na enquete na lateral da página e participe. Mas não perca tempo, a votação acabará no próximo domingo.

Envie você também a sua seleção (clique aqui).

A chama não se apagou


E se os sambas fossem personalidades?


Emília - Retalhos de Cetim (Benito di Paula)

José Mayer - Mulheres (Martinho da Vila)

Seleção Brasileira Sub 17 - Crianças do Brasil (Sensação)

Rodela - Boca sem dente (Fundo de Quintal)

Antônio Palocci - Me engana que eu gosto (Marquinhos Santhana)

Joel Santana - Eu não falo gringo (João Nogueira)

Hebe Camargo - Rugas (Nelson Cavaquinho)

A chama não se apagou

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