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Estamos chegando a um ano

Nesse mesmo período do ano passado, me lembro de estar preparando e pensando como eu faria este blog, se seria só com (   )  Biografias? (   ) Discografias? (   ) Textos? (   ) Imagens ou (   ) NDA?
Muitas dúvidas cercavam minha cabeça enquanto eu preparava o plano de fundo, a logomarca e assim por diante.
Somente uma coisa estava certa: seria um blog para homenagear o bom samba.
O símbolo, caso você nunca tenha reparado, contém alguns elementos-chave:
As cores são as mesmas utilizadas no respeitoso Cacique de Ramos, o bloco carnavalesco que mais revela referências do samba.
Os ramos também vieram de lá, são ramos da boa e velha tamarineira.
No centro, temos uma palheta de cavaco com a inscrição 1916, data em que o primeiro samba foi registrado na Biblioteca Nacional, Pelo Telefone. Segundo alguns relatos e documentos, ele foi registrado em dezembro de 1916 e só ganhou notoriedade em 1917.
Sobre a palavra samba está uma cartola, em referência ao grande Angenor.
A frase A chama não se apagou representa a alma deste blog. Quando cheguei a ele nos períodos das dúvidas acima, percebi que a minha missão seria justamente essa com o Meu Samba é Roots: contar histórias e relembrar a essência da coisa.

Até o dia 28, teremos algumas novidades.
Aguarde e faça um favor ao samba: divulgue-nos. Pois afinal a Chama não se apagou.

#seraqueéamor?

Meu caro sambista, este post não é falar da música, muito menos do dia de Santo Antônio, o desencalhador. Mas, sim, da moda que anda assombrando um amigo meu que prefere a comunicação mais roots, digamos assim.
A onda que começou no Twitter, ganhou espaço em outras redes sociais e até em anúncios de novelas ainda não conseguiu ganhar os adeptos do samba da antiga, futebol à moda antiga e recados sem muitas frescuras.
Para ele, hashtag continua sendo jogo da velha e ponto final. A final de contas, como colocar na cabeça dele que temos que escrever #tudojuntinho?

- Se os sambas fossem escritos #tudojuntinho seriam emboladas, não sambas!

Tá certo, parei de discutir. Não se ensina novos truques a um macaco véio.
Pra não desagradá-lo completamente vou colocar um samba do tempo que, para o chefe de polícia avisar alguém, era só pelo telefone (que aliás era tecnologia de ponta na época, imagina se dessem ouvidos para os turrões da época e abolissem o telefone?).


A chama não se apagou


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