Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta moro na roça. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta moro na roça. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

Hablas portuñol?


A chama não se apagou.
Começo o post de hoje com a frase final. Isso porque a afirmação que repito desde a primeira postagem deste blog pode, mais uma vez, ser comprovada neste último domingo.
A essência do samba é, antes de tudo, a diversão, expressão de sentimentos e reunião de amigos. O nosso bom e velho samba é um ritmo encantador, capaz de cativar novos, velhos, estrangeiros, rappers e até mesmo um skatista roqueiro como Vanderlei Arame.
Continuando, ontem fizemos um pagode ao melhor estilo pegue o seu instrumento e seja feliz. Realmente estava uma bagunça, mas, como o que vale é a diversão, chegou a hora esperada: o moro na roça.
Tudo corria bem, versos alinhados, até que o Jangada se tornou o tema principal das rimas. E por que o Jangada? Simples. Nenhum dos outros presentes cometeu peripécias em castelhano a bordo de um navio, estando em horário de serviço.
Sendo assim, logo o Moro na Roça virou entrou na onda Madrilenha e ficou parecido com isso aqui:
(onde tiver o J - róta, lê-se com som de R)

Moro na Rueça, Yaya,
Nunca morei na Cidad,
Comprou o Jornal da Manhãna,
Pra saber das novidad

Não obstante os versos foram executados em portuñol.
Depois de toda a apresentação de los partideros, ainda rolou um pagode depois. Redondinho, tipo aúdio de cd, só músicas seletas. Mas o moro na roça foi o melhor de todos os tempos, entrou para a história e, principalmente, nos divertidos muito como se fazia desde a época de Clementina de Jesus.



A chama não se apagou

Eu moro na roça - Samba Roots da semana

Olha para quem ainda não conhece, então se apresse e ouça a canção.

O meu samba é roots trouxe um partido, já bem conhecido, que é tradição.

(eu moro na roça).


Moro na roça iaiá, nunca morei na cidade, compro o jornal da manhã, pra saber das novidade.


Quem nunca cantou esse famoso refrão em uma roda de samba?

O samba roots da semana traz esse grande clássico, em uma das vozes femininas mais marcantes de todos os tempos: Clementina de Jesus. Clique na imagem e confira.




Retalhos de Cetim


Em retalhos de cetim, eu dormi o ano inteiro e ela jurou desfilar pra mim.
Mas nunca vi fazer tanta exigência.
Deve ser por isso que todo lugar que ela mora, mandam ela embora. Com razão.
Tudo o que eu queria é uma mulher que saiba lavar e cozinhar e que me traga o café na cama.
Mas só porque moro no cume e não há quem acostume a uma vida ruim, ela me maltrata.
Mas deixa estar, pois o castigo que vinha a galope, chegou de avião.
Desse jeito, tudo o que Maria tinha de valor, como fosse uma andorinha, bateu asas e voou.
Eu avisei. Pena que ela trama em segredo seus planos. E parte sem dizer adeus.
Tudo bem. Brigamos, ela foi embora, e eu não vou atrás.
Só te peço: pelo amor de Deus, não diga a ela minha residência.
Moro na roça, mas não sou o que ela pensou.
O que sinto falta mesmo é da Amélia. Nunca mais eu vi a flor.
Por isso eu chorei, na avenida eu chorei, pois Amélia é que era mulher de verdade. 


A chama não se apagou

Meu Samba é Roots - 15


Almir Guineto, Berço do Samba de São Mateus, Reinaldo, Adalto Magalha, Mário Sérgio, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho e Nathan.
Nathan? Isso, o pequenino de apenas 3 anos participou deste programa e do tradicional Moro na Roça, música de Xangô da Mangueira, imortalizada por Clementina de Jesus e que caiu no gosto popular depois da versão da dupla Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz.
Confira o Meu Samba é Roots 15. 




A chama não se apagou


@camposdennis

Postagem em destaque

Mudou bastante, mas já foi uma família

Samba é cultura e samba é retrato de uma sociedade em determinado período. Traduzindo: o que antes era: "mas papai não quer deix...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...