Malandragem dá um tempo


Parei pra pensar: trabalho é besteira? o negócio é sambar? Não seria mais conveniente viver como os velhos sambistas (e alguns novos também): muito samba, pouco trabalho e sobreviver na base do jeitinho brasileiro? Um samba na beira da praia, bebida garantida e quem sabe um dinheiro pra bancar a noitada?
Malandro não entra em fila e nem carrega embrulho. Diversos sambas retratam a simples e descompromissada vida dos homens do samba, vivendo nos pagodes da vida.
O compositor Antônio Caetano afirmou: tanto faz eu trabalhar, quanto ser rapaz vadio, a roupa que Deus me dá é de acordo com o frio.
Mas, em contra-partida, isso não expressa é o povo brasileiro que é guerreiro, trabalhador, nunca está de cara feia, sempre traz escancarado um franco sorriso no rosto e tem boas histórias para compor sambas memoráveis mesmo não vivendo apenas do samba.
Terminando esse pensamento, acho que continuar na batalha do dia-a-dia, rascunhando meus posts em trens lotados, embalado ao som das conversas de botequim de Noel Rosa que, aliás, faz muito gente parar pra pensar também se precisa de trabalho e dinheiro.


A chama não se apagou

Um comentário:

  1. a malandragem nunca pode parar!!!

    o malandragem hj em dia é viver bem!!!

    abraço

    a chama não se apagou

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